domingo, 22 de maio de 2011

De uma imaginação errante...


Naquele em que posso dançar uma noite inteira ,dois, em 'cadência plagal' e que o VINHO e duas TAÇAS sobre a pequena mesa, o motivo pra pausar....
No momento em que aquele ABRAÇO (tão sonhado)deve durar dez minutos, em silêncio total e absoluto, onde só o descompasso do coração É SOM, enquanto toda a cidade dorme...
Naquela NOITE, em que sem defesas, quando me perguntar (novamente), não poderei mais esconder o óbvio, se a luz nos olhos brilhar..."

Quem compõe uma coisa assim....

Quem compõe uma coisa assim, tem uma relação muito estreita com a natureza e todos seus sentidos.


















sábado, 30 de abril de 2011


"(...) Eu escancarei a porta - ridiculamente ansiosa - e lá estava ele, meu milagre pessoal. ...Deixei os olhos para o final, sabendo que, quando olhasse dentro deles, talvez perdesse o fio do pensamento. ....... Olhar seus olhos sempre fazia com que eu me sentisse extraordinária - como se meus ossos tivessem virado esponja. Eu também ficava um pouco tonta, mas isso devia ser porque eu me esquecia de respirar. De novo..."

Stephenie Meyer

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Eu queria saber de onde vem a inspiração pra muitas delas

Estava cá tentando terminar uma peça tamanha 3:00 da manhã , deixando um cd rolar.Como a 'playlist' foi montada por mim, fiquei surpresa ao ouvir uma música que devo ter colocado por engano. Não é que adorei o engano....
Suja de argila tamanha madrugada, sozinha,abstrai.Tentava imaginar, o que pensava o compositor ao escrever uma letra que conta a uma história toda, de forma tão simples e tão bonitinha.

História de Amor do Fabio Jr.

Por querer você demais
Passei do meu prazer
Eu queria muito mais
Do que podia ter
Prá viver um sonho
Prá ficar a sós
Prá correr por todo o lado
E só pensar em nós
Prá dizer te amo
Sem ter que falar
E viver um ano e um ano
Nem sequer passar

Por saber de tanto amar voltei então prá mim

Por não ter que magoar achei melhor assim

Prá soltar nos olhos, prá mostrar na voz
Prá correr por todo lado
E não voltar prá nós
Prá ouvir te amo
Sem ter que falar
Ter amor prá mais um ano e um ano
Mais amar
Quase tudo maravilha
Quase tudo coração
Fiquei como uma ilha
No meio da paixão
Você fez o que sabia
Até chegar o fim
Não era um amor tão grande assim ...'




domingo, 26 de setembro de 2010

Claire Basler fascina na contemporaneidade sem perder o ar tradicional.


O ateliê onde mora e trabalha é na verdade um antigo galpão onde funcionou por um tempo, o mercado central em Les Halles, desativado na década de 60. Claire consegue como ninguém, retratar com fidelidade, o cenário bucólico que tanto a inspira a criar lindas obras que junto com seu ateliê, compõe uma maravilha moderna com ares fabris.


A artista diante de um de seus imensos painéis e seu tema predileto, as plantas.

Longe do abstracionismo e da arte conceitual, Claire arrisca-se ao manter o tradicionalismo das flores a muito preterida pela maioria dos artistas no circuito moderno europeu, com o diferencial de valorizar cada parte, inclusive as desgastadas pela ação do tempo. Com franqueza, retrata fidedignamente seu objeto de inspiração.



Parecem dialogar com Van Gogh


Semanalmente , uma amiga florista traz nova remessa de plantas que serão imortalizadas em seus painéis.



O ar bucólico do campo modernizado sem perder os traços acadêmicos.



Os painéis com belas composições florais, encantam pela sutileza e respeito pelo objeto retratado.


O ateliê mais parece um jardim, onde artista, pintura e natureza convivem em perfeita harmonia.


Fontes: blog.couleuraddict.com ; www.clairebasler.com; Casa Claudia Luxo;